16.11.08

Convivência e Felicidade



Não devo ser como você quer que eu seja para que você seja mais feliz pois, ser como você quer, significa que eu serei menos feliz e... se amor existe, você não há de querer que eu seja infeliz, e mais... sendo eu infeliz vou querer que você seja como eu quero, achando que isto vai me trazer felicidade e você tendo que ser como eu quero que você seja para que eu me torne mais feliz ficará infeliz; e a roda então recomeçará a girar no mesmo eixo torto e desgastado, emitindo neste girar vibrações de incompletude e infelicidade.
Cada qual, buscando em si, seus próprios recursos de felicidade e plenitude, necessariamente ao girar sua roda, estará emitindo vibrações de felicidade para tudo e todos que estiverem ao seu entorno. Simples assim.

28.9.08

Van Gogh


Sobre a Arte de Ser



Um Curso de Si Mesmo

Um Curso de Si Mesmo

7.9.07

Mandalas Maravilhosas!

A Marina Leal é uma grande artista e queridíssima amiga que faz lindas mandalas em vidro. Se vocês ainda não conhecem as mandalas dela, coloquei uma aqui para terem uma ligeira idéia do que ela é capaz de fazer. Vou deixar também o endereço do site dela, para vocês ficarem enlouquecidos com as maravilhas que ela produz. Sim, porque além das mandalas tem um montão de outras coisas lindas tudo em vidro, cores, brilhos... hummmm...só vendo mesmo!

O site: http://www.universomandala.com.br/

Mandala da MARINA LEAL


Mandala


Esta fui eu que fiz...

19.10.06

Sobre a Arte de Ser



É triste ver o que a sociedade pode fazer ao indivíduo, quando este não acredita firmemente em si e no valor de seu talento. Quantos de nós passamos longo tempo em nossa vida angustiados, com um vazio imenso, com a auto estima baixa, por que não damos o devido valor aos nossos talentos? TODOS nós temos talentos. Todos somos capazes de produzir "obras de arte", desde uma sublime refeição, ou um trabalho bem feito no qual que colocamos toda a nossa criatividade e competência, até uma obra de arte no sentido comum da palavra: uma música, um quadro, uma dança, uma poesia, uma crônica, um belo arranjo de flores...

Porque passamos a vida a nos medir pela opinião do outro? Porque não temos a segurança e a auto estima boa o suficiente para sermos os fãs número 1 de nós mesmos?

Vivemos numa cultura de culpa, condenação e crítica. De onde isso vem nós sabemos, mas não cabe aqui ficar apontando dedos para as coisas ou pessoas ou entidades culpadas porque, neste caso, só conseguiremos reforçar a coisa da culpa e não daremos um passo à frente. Portanto não importa de onde venha a culpa pela nossa insatisfação, pelo nosso buraco existencial, pela sensação de fracasso e menos valia; o que nos importa é jogar fora todos esses condicionamentos inúteis, todas as vozes (interiores e exteriores) de condenação e dar o primeiro passo para a nossa própria vida. Uma vida onde o nosso talento, com a nossa autorização e apreciação, pode e vai se manifestar. Esta é a primeira obra de arte que precisamos criar: A ARTE DE SER

Este é o propósito do "UM CURSO DE SI MESMO"

Van Gogh, o grande artista, que hoje tem as telas mais disputadas e caras do mundo, em vida não conseguiu vender um só quadro. Isto quer dizer que ele era um homem sem talento? Obviamente que não, significa "apenas" que ele próprio não conseguiu acreditar no seu talento e valorizar sua obra. Este homem incomparável, que revolucionou a arte da pintura, passou a vida sentindo a dor do sentimento de menos valia. Veja que triste o que Van Gogh escreve em uma carta a seu irmão Théo.

“Portanto, você não deve acreditar que eu renegue isto ou aquilo, sou uma espécie de fiel na minha infelicidade e, embora mudado, sou o mesmo e meu tormento não é mais do que este: no que eu poderia ser bom? Não poderia eu servir e ser útil de alguma maneira? Como poderia saber mais e aprofundar este ou aquele tema? Como você vê, isto me atormenta continuamente. Além disto, sinto-me como um prisioneiro de meu tormento, excluído de participar nesta ou naquela obra, e tendo estas ou aquelas coisas necessárias fora de meu alcance. Por isto sentimo-nos melancólicos e sentimos grandes vazios ali onde poderia existir amizades e elevadas e serias afeições, e sentimos um terrível desanimo corroendo nossa própria energia moral, e a fatalidade parece poder colocar obstáculos aos instintos de afeição, e uma maré de desgosto nos invade. E então dizemos: até quando, meu Deus?” Vincent Van Gogh

Rose Villanova

Van Gogh

11.10.06

7.10.06

Artemis - museu do louvre

Um Curso de Si Mesmo

Para qualquer assunto que queremos conhecer ou aperfeiçoar, temos que fazer um curso daquela matéria. E quantas vezes, fazemos cursos que não terminamos ou que, quando terminamos, ficamos frustrados porque percebemos que não temos o talento necessário para aquilo. Na melhor das hipóteses, descobrimos que investimos tempo e dinheiro em algo que não vai nos trazer nenhuma realização, na pior, há um rebaixamento da nossa auto-estima e uma terrível sensação de que “não servimos para nada”.

Isto acontece porque exigimos de nós mesmos, responder a expectativas que nos foram impostas (pelos pais, pelo patrão, pela sociedade, pelos amigos, pela igreja e por nós próprios).

E em quantos outros assuntos da nossa vida, nos sentimos totalmente incompetentes para lidar? Relações pessoais, amorosas, familiares e um doloroso sentimento de que temos um vazio dentro de nós esperando algo, que não sabemos o que, para preencher?

Neste mundo competitivo e comandado pela mídia, ficamos à mercê de modelos estabelecidos pelo mercado e pelas pesquisas e ficamos procurando nos encaixar em alguma estatística para sabermos que somos nós e o que devemos fazer para ser aceito e produtivo e cada vez mais nos afastamos da própria essência. Do sêr único e maravilhoso que somos, porque justamente somos únicos. Cada um pertencente somente a si mesmo e jamais a um padrão de mercado.

Isto acontece, porque na verdade, deveríamos em primeiro lugar nos conhecer. Conhecer nossa real vocação, conhecer a nós mesmos e a nossos verdadeiros interesses e talentos. E como poderíamos nos conhecer, se não através de um curso?

Esta é a proposta deste curso. Um curso de si mesmo

“Sou livre de tudo o que sei e escravo de tudo o que ignoro”

Rose Villanova